Um amigo
um navio
para viajar
um jardim
para brincar
uma escola
para levar
debaixo do braço.
Livro
um abraço
para além do tempo
e do espaço.
Autor: Luísa Ducla Soares
Livro: Poemas da mentira e de verdade
(poema escolhido por Zarina Garcia)
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
A lengalenga do vento
Andava o senhor vento
a rir pelo pinhal
quando ouviu a galinha:
- Senhor vento, que força!
Uma pinha na pinha!
Andava o senhor vento
a brincar pela rua
quando viu uma cereja:
- Senhor vento, que força!
Não me empurre que me aleija.
Então o senhor vento
foi para o alto do monte
e encontrou o moinho.
- Senhor vento, que bom!
Eu estava tão sozinho.
Autor: Maria Alberta Menéres
Livro: Lengalenga do vento
(poema escolhido pela Orieta Oliveira)
a rir pelo pinhal
quando ouviu a galinha:
- Senhor vento, que força!
Uma pinha na pinha!
Andava o senhor vento
a brincar pela rua
quando viu uma cereja:
- Senhor vento, que força!
Não me empurre que me aleija.
Então o senhor vento
foi para o alto do monte
e encontrou o moinho.
- Senhor vento, que bom!
Eu estava tão sozinho.
Autor: Maria Alberta Menéres
Livro: Lengalenga do vento
(poema escolhido pela Orieta Oliveira)
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Magusto da Boa-Fé
O S. Martinho é uma lenda,
Não se sabe se é verdade ou não,
Mas todos os anos é lembrada,
Para nos dar uma lição.
S. Martinho era um soldado,
De coração valoroso,
No seu cavalo montado,
Num dia tempestuoso.
S. Martinho repartiu
A capa com o mendigo
E eu vou repartir,
As castanhas contigo
No dia de S. Martinho
Abre um sol radioso
Para honrar um homenzinho
Que ajudou um pobre idoso
Chegou o S. Martinho!
Vamos todos festejar,
Comer castanhas assadas
E brincar até fartar!
Na escola da Boa-Fé
Reina a animação
Não faltam castanhas assadas
E alegria no coração!
Viva o S. Martinho!
Viva esta escola espetacular!
Preparem-se! Toca a mexer!
O magusto vai começar!
Alunos da professora Maria Antónia Sousa (3º B)
Não se sabe se é verdade ou não,
Mas todos os anos é lembrada,
Para nos dar uma lição.
S. Martinho era um soldado,
De coração valoroso,
No seu cavalo montado,
Num dia tempestuoso.
S. Martinho repartiu
A capa com o mendigo
E eu vou repartir,
As castanhas contigo
No dia de S. Martinho
Abre um sol radioso
Para honrar um homenzinho
Que ajudou um pobre idoso
Chegou o S. Martinho!
Vamos todos festejar,
Comer castanhas assadas
E brincar até fartar!
Na escola da Boa-Fé
Reina a animação
Não faltam castanhas assadas
E alegria no coração!
Viva o S. Martinho!
Viva esta escola espetacular!
Preparem-se! Toca a mexer!
O magusto vai começar!
Alunos da professora Maria Antónia Sousa (3º B)
Dia de S. Martinho
Vi o Sol a nascer no céu
Era dia de S. Martinho
Saltei para fora da cama
Para fazer um magustinho!
Senti água na boca
Ao ver as castanhas a assar
Não me importei de ficar à espera
Para as poder mastigar.
Autor: Márcia Santos, 6ºB
Poema escolhido pelos alunos do GI@ - Grupo 7
Pesquisado em: http://asnossasvozes.blogs.sapo.pt/7865.html
As Nossas Vozes - Jornal On-Line da área de influência da Escola Básica Prof. Dr. Mota Pinto (Lajeosa do Dão)
Agrupamento de Escolas de Tondela
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Pico pico saramico
Pico pico saramico
quem te deu tamanho bico?
Foi a filha do juiz
que està presa pelo nariz.
Pico pico sarabeco
quem te deu esse boneco?
Foi a Dona Micaela
que fugiu de barco à vela.
Pico pico salpicão
quem te deu esse tostão?
Foi a filha do padeiro
que o tirou do mealheiro.
Pico pico sapatinho
quem te deu esse cãozinho?
Foi o homem dos jornais
uma vez p'ra nunca mais.
José Fanha
(Poema escolhido por Helena Silveira)
Rosa
Porque é
cor-de-rosa este bebé?
- Porque logo de manhã
lhe dá banho a mamã.
-E porque é tão formosa
esta rosa?
- Porque foi lavada
pelo orvalho da madrugada.
António Manuel Couto Viana
(poema escolhido por Sílvia Silveira)
cor-de-rosa este bebé?
- Porque logo de manhã
lhe dá banho a mamã.
-E porque é tão formosa
esta rosa?
- Porque foi lavada
pelo orvalho da madrugada.
António Manuel Couto Viana
(poema escolhido por Sílvia Silveira)
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